sexta-feira, 26 de abril de 2013

Suzi Quatro: uma maravilhosa baixista badass


De uns tempos pra cá tenho me interessado muito em assuntos relacionados ao instrumento contrabaixo e baixistas (isso tem muito a ver com uma novidade em minha vida que só contarei aqui no blog depois que de fato se concretizar). Então, recentemente, tentei me lembrar de mulheres que ficaram famosas tocando esse instrumento. A única que me veio à mente foi Suzi Quatro. Procurei alguns vídeos dela para ver como a moça tocava e, sinceramente, me apaixonei.

A verdade é que "conheço" Suzi Quatro praticamente desde que eu era criança. Meu pai lembra sempre que, quando eu tinha menos de um ano, ele costumava colocar pra tocar um vinil que tinha a "48Crash" e eu no berço simplesmente endoidava e agitava (dentro do possível pra um bebê, né? Hahaha!). Mas o que sempre conheci dela mesmo era o basicão: a já citada "48 Crash", "If you can't give me love" e coisas do tipo. Quer dizer, meu conhecimento era bem superficial. 

Dona Suzi com o senhor Alice Cooper

Mas desde que comecei a ver vídeos dessa doidinha de um metro e meio tocando tantas coisas legais, usando macacões extravagantes em cima de uma bota plataforma prateada enorme e com trejeitos tão molecotes, simplesmente adorei. Uma das coisas que mais gosto nela é o fato de que, apesar de ser uma mulher tocando Rock'n'Roll, ela não faz questão nenhuma de posar de "mulher fatal", focando assim a apresentação em seu som e transpassando muita diversão. Ela tem sempre um jeito tão confiante e irreverente que chega a ser engraçado vê-la tocando. Uma coisa também que achei muito fofa foi descobrir que o guitarrista de sua banda era também seu marido; não teve como não me identificar (afinal, meu marido toca o quê mesmo?? Hahaha!).

Então, fica a dica pra quem ainda não conhece a baixista anãzinha com tanta atitude que ajudou a abrir as portas do Rock pra mulherada poder tocar.

Suzi caipirinha


Aqui vai um show completo dela, olha que incrível:

                          


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Tantas coisas

Eu sempre fui uma pessoa muito mais centrada eu meu interior do que exterior. Chego até a ser aquele tipo de pessoa taxada de estranha, esquisita, etc. Sempre pensei demais e me preocupei mais ainda.

Mas, aí você se pergunta: "se preocupou com o quê??" E eu respondo: com tudo. Com minha saúde, minha família, o futuro, as mudanças da vida, perspectivas, teorias, novidades, personalidades, horários, otimização do tempo, organização, disciplina, etc, etc, etc. Às vezes acho até que me desgasto demais com tanta coisa, por mais esdrúxulo que isso possa soar.

Mas isso não é de todo o mal. Com tanto pensamento acumulado, minha cabeça é um turbilhão de novas idéias e interesses. E a internet me ajuda muito a conhecer cada vez mais coisas novas as quais nunca pensei que pudesse um dia direcionar minha atenção (pode parecer bobo, mas só fui ter internet em casa depois de muuuuuuito tempo. Meus pais achavam que esse tipo de coisa em casa poderia me viciar demais, então um computador só entrou de fato em casa quando realmente foi necessário - como quando precisei fazer trabalhos escolares com normas de formatação, etc).

Hoje me pego lendo assuntos tão variados e quase desconexos que eu mesma chego a me perguntar como cheguei até eles: Yoga, danças, exercícios, músicas, juicing, dietas, ideologias, vertentes artísticas, espiritualidade, maternagem, relações de consumo, pedagogias, minimalismo, psicologia, homeschool, literatura... sinceramente, a lista é tão extensa que renderia muito mais linhas.

Mas não pense que digo tudo isso para posar de culta. O que quero mesmo é expressar toda a torrente que tem inundado meus dias nesses últimos tempos. Talvez seja por isso que deixei esse blog meio de lado. Porque senti que, com tanta coisa para ler, assistir, pensar, sentir e (tentar) praticar, acabei perdendo um pouco a vontade de escrever. Enfim, o que quero de agora em diante é tentar passar um pouco das coisas que tenho conhecido e me interessado. Acho que o que é legal tem de ser compartilhado (acho até que já disse isso em outro post) e assim será. Só não prometo posts diários nem textos gigantes, mas farei o que for possível.

Vamos ver no que vai dar.

Meme entre blogueiras

Fui indicada pela kuronuma para este meme há um tempinho atrás, mas como eu estava meio desanimada, só agora deu na telha de fazer :P

Como escolheu o nome do seu blog? 
Essa é fácil: por causa da música "Nowhere Man" dos Beatles.

Há quanto tempo tem seu blog?
Desde maio de 2007 (nossa, mês que vem já se completam 6 anos!)

Como você divulga seu blog? 
Normalmente comento em blogs de outras pessoas, divulgo meus links em redes sociais, atualizo a página do blog no Facebook. Mas ultimamente ando extremamente relapsa no quesito marketing.

Quais os assuntos que têm mais visualizações no seu blog? 
"Vareia" muito. Algumas vezes, posts pessoais. Outras, relacionados à música, flmes, etc.

O que motivou você a criar um blog?
Vontade de publicar meus escritos, curiosidade, coisas do tipo.

Você mora onde? 
Numa cidade do ABC Paulista.

Quais os seus objetivos com o blog? 
Escrever sobre coisas que eu gosto, expressar opiniões, registrar as mudanças da minha vida.

Quais blogs você visita frequentemente?
São tantos! Chega até a ser difícil de lembrar assim, de sopetão :P

O que te inspira a criar posts? 
Dia-a-dia, bandas, discos, livros, filmes, pessoas, sentimentos...

Qual a sua idade? 
22 anos.

Além do blog, tem outra ocupação? Se sim, quais? 
Dona de casa, esposa e estudante.

O que mais gosta de fazer nos finais de semana?
Estar ao lado do meu marido lindo, ler, ver filmes, treinar músicas...

Gosta de café?
Adoro, mas já fui mais viciada.

Pretende fazer algo em 2013 para o blog?
Por enqüanto, só atualizar na medida do possível.

Agora eu teria de indicar 10 blogs para fazerem também esse "perguntário", mas como sou sempre chata preferi deixar ao gosto de quem quiser fazer ^^

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Luzes, cores.

Sempre senti que existe um liame em nossa realidade que separa duas perspectivas diferentes de vida.

Uma, convencional, que a esmagadora maioria das pessoas vê e sente. Essa perspectiva não é mais profunda que uma poça d'água. É a velha vida do "nascer, crescer, morrer", entrecortada por momentos essenciais como "aprender a ler, estudar, ~ser alguém na vida~, ~ter dinheiro e sucesso~, etc.". Pessoas que vivem sob essa realidade não conseguem ver nada além de suas vidas incompletas, as pessoas que queriam ser, o emprego que gostariam de ter, o mal que fulano causou a cicrano, o preconceito do outro, a conta a pagar, a casa a ser limpa, o lixo se acumulando, o ônibus que não chega, o neguinho que tentou puxar o tapete do outro, a final do reality show. O horror.

Do outro lado, existe algo tão sutil que chega a ser imperceptível, parece inexistente; mas é também tão luminoso e vibrante que dói nos olhos da alma. Uma sensação de grandeza, de preenchimento que não encontra palavras. Parece uma realidade paralela, e num estágio tão mais avançado, que nem toda altura parece conseguir alcançar.

Acredito que a maioria de nós vive exatamente nesse liame. Vez ou outra vagamos de um lado para outro, indefinidamente. Alguns mais para lá, outros mais para cá.

Sinto pena de quem vive inserido quase cambaleante na primeira. Invejo tristemente os que conseguem se adentrar consciente e constantemente na segunda. 

Morro de saudade da luminosidade. A falta me dói e pesa à cada música bonita que ouço. À cada tarde ensolarada. Se tantas coisas lindas já existem por aqui, quantas maravilhas mais existirão além?

                            
                   Assim como essa música é linda (só não encontrei um vídeo melhor, sorry).
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