terça-feira, 15 de outubro de 2013

Mixtape nº 5 - Soft Songs

Nossa, quanto tempo faz que não posto! Nem tenho uma justificativa convincente. Na verdade, meio que até esqueci um pouco daqui. Nesse meio tempo sumida li pouco, estudei razoavelmente, fiz minhas coisinhas... enfim, nada de mais...

Estava eu outro dia vendo na finada MTV o acústico do Moraes Moreira e ouvi uma música lindíssima, que me arrepiou toda, a "Arco-Íris". Gostei tanto dela que até a baixei pra ouvir mais vezes.

Aí, de uns dois dias pra cá, ouvindo ela, tive a idéia de montar um Mixtape com músicas delicadas e que eu particularmente acho lindas. Selecionando as músicas, só depois fui perceber que quase todas são brasileiras, a única gringa é a do Moody Blues. Não sou ufanista nem nada do tipo, acho que foi pura coincidência.

Essa lista demonstra, para mim, todo o maravilhoso potencial que existe na música, essa forma de arte tão linda. Todas são tão delicadas e poderosas que não consigo ouvi-las sem me sentir extremamente bem. Tentei passar a imagem de delicadeza que sinto na "arte" da capa e contracapa, espero que gostem!




Download AQUI

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Livros que li nos últimos tempos

Tenho lido menos do que gostaria, mas mesmo assim, da semana passada pra cá, consegui ler três livros inteiros - coisa que há muito tempo não acontecia!

O primeiro é um romance espírita que eu já tinha lido quando era criança (e por isso mesmo não lembrava muito da história).

Violetas na Janela
                         

História de uma garota de 19 anos que falece de aneurisma cerebral e se vê "do outro lado", numa colônia no mundo espiritual. Lá ela reencontra velhos conhecidos e parentes, e tem a chance de relembrar como é a vida dos desencarnados, trabalhar e aprender. A narrativa é muito delicada e positiva, flui tão bem que li em menos de dois dias!
Uma bonita história.

@mor



Livro-diálogo de um casal que se conhece através de e-mails (tudo começa com um erro de grafia que  acaba mandando a mensagem inicial a um destino totalmente inesperado). Não há um trecho de narração sequer neste livro, ele é todo construído através dos textos eletrônicos que Emmi Rothner e Leo Leike enviam um para o outro. É um diálogo inteligente, envolvente. Os personagens vão se expondo e entrelaçando um ao outro irresistivelmente. Eles se conhecem de forma extremamente íntima, mas sem um saber como o outro é (fisicamente). 
Em alguns momentos senti uma certa sensação de enrolação no enredo, mas no geral gostei muito desse livro, me senti bem à vontade com a história (até fiquei meio tristinha quando terminei a leitura!).

Emmi e Leo - A sétima ond@


Continuação do livro "@mor". A história se passa pouco mais de um ano depois da história anterior, após um tempo em que o casal esteve em hiato com suas mensagens. Nessa continuação surge uma personagem que pode atrapalhar a relação à distância dos protagonistas. Sinceramente, acho que o autor perdeu o fôlego que havia no livro anterior, pois esse me deixou um pouco entediada. Só fui até o fim porque fiquei com medo de perder alguma parte importante da história, mas a verdade é que tudo foi tão linear e simplório, cheio de vai-véns tão melodramáticos que, quando cheguei ao fim só conseguia pensar: "então, é SÓ ISSO???". 
Mas, enfim, foi um bom livro-pra-ler-quando-o-tédio-bate.


Sempre adorei ler, e só diminuí um pouco o ritmo por causa dos textos acadêmicos que têm tomado meu tempo. Mesmo assim, tenho uma lista ENORME de outros livros interessantes que quero ler logo, e é bem possível que eu poste minhas opiniões sobre eles aqui ;)

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Eu, habilitada!


Depois de três anos e muito sofrimento, ESTOU HABILITADA!

Minha foto na CNH ficou horrorosa, afinal é de 2010!
Meu caso não foi como normalmente acontece com o pessoal: eu não tive nenhuma reprovação, desde o curso teórico, em 2010, fui uma das melhores alunas. Mas meu problema é que eu quase não tenho impressões digitais, e assim eu não conseguia marcar presença nas aulas. O "lindo" do pessoal do Ciretran de Santo André não reconhecia isso, mesmo eles sabendo que em casos assim o procedimento padrão é dar uma "exceção de digital", pra que assim eu continuasse as aulas sem ter que passar pelo leitor biométrico. O que eles diziam é que eu deveria "continuar tentando" da forma tradicional (como se eu tivesse digitais), mas era mais que óbvio que isso não levaria a nada. 

O tempo passou e, depois de um ano, meu prazo para obtenção da CNH expirou e eu teria de começar tudo de novo, uma injustiça, visto que isso não era culpa minha, eu não tinha simplesmente "largado" a obtenção, como eles tanto queriam que parecesse. Eu tinha tentado de todos os jeitos conseguir a exceção, falei com meio mundo do Ciretran, mas ninguém moveu uma palha pra me ajudar. Sendo assim, recorri ao judiciário para que meu direito fosse reconhecido e eles fossem obrigados a me conceder a bendita exceção. Dois anos se passaram. Tive a primeira audiência da minha vida como autora de um processo, e então, em acordo diante da juíza, tanto o Ciretran quanto a Prodesp (que também tinha responsabilidade no caso), se prontificaram finalmente a conceder a exceção e aumentar meu prazo para mais um ano para poder finalizar a obtenção da CNH. Fiz as aulas práticas que ainda faltavam e a assustadora prova prática (eu já tinha completado a parte teórica antes do processo).

E então, nessa semana, a tão esperada notícia: passei na prova e me habilitei! 

Esses anos todos foram muito desgastantes. Ver pessoas bem mais novas que eu tirando suas habilitações em pouco tempo e sem problemas e eu, "na geladeira" esperando uma solução era algo que me deixava muito mal. Várias pessoas duvidaram do meu caso, achavam que era mentira minha. Mas tá aí, a prova. Consegui finalmente algo que por direito eu já deveria ter em mãos desde 2010!

Até hoje não sei exatamente qual problema de pele eu tenho que me faz ter digitais tão falhas que quase são inexistentes. Fato é que em qualquer leitor biométrico de digital que eu passe, tenho problemas. Já imagino que quando for renovar título de eleitor e outros documentos, terei mais dores de cabeça (já tive também ao renovar o RG), mas por enquanto uma conquista já se concretizou: agora serei mais uma motorista nesse caótico trânsito de São Paulo!

Até Kylie Jenner, que é sete anos mais nova que eu, conseguiu a habilitação dela antes de mim, ô zica, hahaha!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Elena


Uns dias atrás meu marido trouxe uma revista Época que um senhor tinha dado pra ele na rua. Dei umas folheadas, interessada numa matéria sobre celular e internet. Mas em meio aos outros textos, encontrei um com a foto de Petra Costa com o título "A arte ajudou a curar minha dor". A princípio pensei: "bléh, deve ser só mais uma matéria recheada de demagogia. Mas, meio sem querer, acabei lendo um pedacinho que falava da irmã de Petra, a Elena, que tinha falecido em 1990 e que, muitos anos depois, impulsionou sua irmã a saber mais sobre ela e criar um filme; acabei lendo a matéria inteira. Aí não deu outra, fiquei super curiosa e me perguntei: "quem é Elena? "

Joguei no Google, vi fotos e achei a página oficial do filme. Foi ao ver o trailer que percebi:


EU PRECISAVA VER ESSE FILME.

Procurei feito doida, pensei que não fosse achar. Mas aí, felizmente, tive acesso a ele.
A princípio fiquei meio assim "vai que nem é tão bom quanto parece?", mas dei um voto de confiança ao documentário.

Nos primeiros minutos, a surpresa: logo de cara o filme começa com a "Dedicated to the one I love", uma das minhas músicas preferidas do "The Mamas & The Papas". Até arregalei os olhos de alegria. É lógico que ali eu já tinha sido conquistada.

O filme todo tem um misto de lirismo e dor tão intenso que beira ao indescritível. Além da tristeza pulsante, claro. Mas o que é lindo é que essa tristeza foi sintetizada com cheia de luz, com muita poesia e sensibilidade. A princípio o filme começa tão terno e juvenil, narrando os anos iniciais da vida de Elena e Petra, que quase esquecemos que a história é triste. Parece um conto de alegria e amor; amor à arte e a vida.

E arte, muita arte. Dança, luzes, forças... uma força enorme na vontade de Elena em ser tudo o que ela sonhou. Em ser melhor, sempre melhor. E a água, sempre presente como elemento essencial.

Mas ao longo dos minutos a narrativa pesa, fica carregada de sentimentos tristes. E nem assim o filme perde sua beleza.

Assistindo "Elena" tive sensações semelhantes às que senti quando li The Lovely Bones pela primeira vez:  mistura de luz e dor, um leve temor quanto a fragilidade da vida, retraição e vontade de sair correndo, suspiro cheio de sentimentos doces... enfim, terminei a história com uma impressão forte que me fez ter sonhos agitados.

Pra quem gosta de histórias bonitas e não se importa que elas sejam tristes, esse documentário é um prato cheio. Valeu cada minuto assistido.


E ainda tem mais um pouco de "Dedicated to the one I love" no final, que é pra me matar de vez do coração!

domingo, 21 de julho de 2013

Mixtape nº 4: Músicas que quero aprender a tocar

Das trocentas músicas que ouço ao longo do meu dia-a-dia, sempre tem uma ou outra (ou várias) que fico doida para aprender a tocar. Desse monte, listei dez que adoro e com certeza vou e encher a paciência do marido pra me ensinar! Você pode ouvi-las aqui:
                                                                            


Músicas da Mixtape:
Sá Marina - Wilson Simonal
Borrowed Time - John Lennon
Dancing in the moonlight - Thin Lizzy
Old Town - Phil Lynott
Can The can - Suzi Quatro
Táxi Lunar - Zé Ramalho
Ob-la-di-Ob-la-da - The Beatles
Fats - Thin Lizzy
Sossego - Tim Maia
Up on Cripple Creek - The Band
  
(Download AQUI)


Dá pra adivinhar qual instrumento em cada música eu quero tocar? ;)

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Minha vida nos últimos tempos

Terminei de ler um livro (coisa que fazia tempo não acontecia)
Fiz 23 anos dia 20/06
Estou fazendo aulas de volante e quase nem agüento mais ouvir a palavra "baliza" (mentira, sou ótima)
Criei uma conta no instagram
Abandonei a Dieta Dukan e, ainda bem, não engordei depois disso
Criei uma conta no Keek
Bordei. Menos do que deveria, mas aos poucos eu chego lá =P
Assisti a série Separação?! (pela segunda vez, já que quando passou na TV eu acompanhei). Ainda não terminei, mas estou adorando! Tem contribuído muito para meus constantes ataques de riso.

...

Nada de (muito) novo sob o sol. Várias idéias me vieram à mente, mas pouca coisa se salvou do esquecimento. Preciso me organizar mais. Preciso "destralhar" minha cabeça e minha casa.
Invejo quem tem facilidade para postar um milhão de coisas por dia. Eu, no momento, não consigo sair do hiato. Ironicamente, estou assim por excesso, e não pela falta de estímulos mentais. Quem sabe, se eu simplificasse, a coisa toda não se facilitaria?

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Mixtape nº 3 - Infância brazuca

Olá, meus amigos, como vão? Eu hoje, nesse dia de sol claro e céu azul, estou bem menos raivosa que no post anterior. Ainda bem, né? Hahaha! Mas é como Rita Lee dizia: "são coisas da vida"; o importante mesmo é não nos identificarmos tanto com maus sentimentos à ponto de esquecermos todo o resto (existem tantas outras coisas tão melhores pra se dirigir a atenção!). E, assim, trago-vos hoje mais uma Mixtape, pra dar uma boa mudada no clima por aqui.

Pela freqüência de posts musicais, nem preciso dizer o quanto tem sido legal fazer as mixes, não é mesmo? Se eu soubesse que curtiria tanto montar listas de música, teria começado há MUITO mais tempo! O que mais gosto é que estipular um tema específico para cada álbum novo me "força" a lembrar de músicas que eu não ouvia há tempos, me ajuda a recordar de coisas legais e até mesmo extravasar. Música definitivamente é algo essencial na minha vida, aiai.

Então estava eu outro dia vendo fotos de quando era pequena e tive a idéia de fazer uma lista apenas com músicas nacionais que marcaram minha infância. Foi difícil me segurar em apenas 13 faixas, as opções eram tantas! Essas que escolhi são bem as que ouço e consigo lembrar de mim pequenininha brincando na sala da nossa antiga casa, minha irmã ainda bebê, meu pai todo "hippongo" junto da minha mãe, e por aí vai. São carregadas de sentimentos bons, me trazem muita alegria. Espero que gostem!

(ah, e sim, essa na capa da mixtape sou eu, com 4 aninhos, em 1994)

                                
                                                                          Infância brazuca from isalennon on 8tracks Radio.


Músicas da Mixtape:
1 - Vento de Maio - Lô Borges e Solange Borges
2 - Soy loco por ti America - Caetano Veloso
3 - Táxi Lunar - Geraldo Azevedo
4 - Capitão de indústria - Paralamas do Sucesso
5 - Deu pra Ti - Kleiton e Kledir
6 - S.O.S - Raul Seixas
7 - Tema da Sereia - Edu Lobo
8 - Abri a porta - A Cor do Som
9 - Paratodos - Chico Buarque
10 - Lenda do Pégaso - Moraes Moreira
11 - Poema - Ney Matogrosso
12 - Clube da Esquina II - Flávio Venturini
13 - Divino Maravilhoso - Gal Costa

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Mixtape nº 2 - Madness

                                 
                                                                            Madness from isalennon on 8tracks Radio.

Músicas da Mixtape:
1 - In Bloom - Nirvana
2 - Fighting my way back - Thin Lizzy
3 - Gimme Some truth - John Lennon
4 - Little Girl Blue - Janis Joplin
5 - À palo seco - Belchior
6 - Bad moon rising - Creedence Clearwater Revival
7 - Não enche - Caetano Veloso
8 - Declare guerra - Barão Vermelho
9 - I'm so tired - The Beatles 

De uns tempos pra cá tenho tido dificuldade para dormir (sem motivo aparente). Acordei  hoje com um mau humor do cão. Fui me pesar e percebi que não perco absolutamente peso nenhum há dias, mesmo fazendo exercícios e me privando de todos os doces que eu adoro. Pra ajudar, caí na besteira de abrir o Facebook e acabei vendo a avalanche de besteiras imbecis que o povo posta diuturnamente; resultado: meu humor piorou tanto a ponto de eu querer jogar o notebook longe. Fiquei com vontade brigar com Deus e o mundo, de xingar até a última geração da família de algumas pessoas e sair chutando tudo pela frente. Um misto de ódio, frustração, medo e tristeza. Raiva dessas pessoas burras, dessa gente que só sabe falar merda, desse povo que desmerece os outros sem sequer se dispor a fazer nada melhor. Raiva de mim mesma, dessa sensação de estagnação, dessa ridícula hiperatividade mental que me atrapalha e não deixa as coisas fluírem.

Pra tentar extravasar um pouco e ver se a poeira abaixava, fiz essa Mixtape. 
Antes que alguém se pergunte, eu já respondo: não, não estou na TPM e nem briguei com meu marido. Na verdade, acho até que sou muito abençoada de ter um cara tão bom ao meu lado, tanto que me agüenta até mesmo nas piores horas.

Essa sou eu no facebook.
(Bom, ao que parece meu humor melhorou um pouco :P )

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Minha experiência com a dieta Dukan


Eu sempre fui magra. Até mais ou menos os 19 anos de idade (2009) eu chegava até a ser magra demais. Mas, como tudo na vida um dia muda, meu corpo começou a apresentar diferenças. Ganhei uns quilinhos e gordurinhas que não me agradavam. Isso não quer dizer que fiquei gorda: dentro dos "padrões" eu ainda posso ser considerada esbelta. Mas, sinceramente, isso não me deixa muito feliz.

Foi aí que sem querer, no blog da Thaís, ouvi falar pela primeira vez da Dieta Atkins. Me interessei bastante pelo assunto, baixei o livro e tudo mais. Mas fiquei um pouco receosa de essa dieta ser muito radical, ou me causar algum problema de saúde, etc. Hesitei bastante em iniciá-la e, no meio tempo dessa hesitação, conheci a Dieta Dukan, que tem muita coisa similar à Atkins, mas com diferenças significativas, que chamaram minha atenção. Li o livro , vi os resultados impressionantes de muitas pessoas, e resolvi começar de vez. 

Em março me adentrei da fase inicial da dieta, a Ataque (ou PP, "Proteína Pura"), e arrastei o marido comigo (ele também não estava lá muito contente com a própria silhueta). Mudamos muitos de nossos hábitos: nada de bebidas alcoólicas, carboidratos, gorduras e açúcares; o negócio então passou a ser só proteínas, farelos, chás e muita água. Para mim, especialmente, foi bem difícil, pois sou uma compulsiva por doces. Tive de aprender várias receitas diferentes para driblar a mesmice. Mas o esforço compensou, e em pouco tempo (pouquíssimo mesmo!) perdemos, cada um, 3kg!

Estava tudo caminhando bem, quando a maldita gripe nos pegou de jeito (primeiro ele, depois eu). Ficamos muito mal, precisei tomar injeção e antibióticos e, infelizmente, tivemos de interromper a dieta. Nessa brincadeira acabei recuperando o que tinha perdido, e o marido ganhou mais ou menos um quilo e meio. 

Mas não desistimos, e cá estamos nós de novo na dieta (há pouco mais de duas semanas). Maridão já perdeu o pesinho que tinha ganho e mandou embora ainda mais uns extras, e eu perdi até agora 2kg (metabolismo feminino é fogo, bem mais lento!).

Minha opinião geral sobre a Dukan é: apesar de ser um pouco pesada para o bolso (pois grande parte dos produtos light/diet/0% de gordura são muito mais caros que os convencionais), vale a pena fazê-la, principalmente para aqueles que já fizeram outras dietas e não obtiveram os resultados esperados. Têm-se apenas que ter em mente que, como toda dieta, exige esforços constantes e muita disciplina (afinal ela é bem restritiva - principalmente no começo), além de uma atenção maior à saúde e à forma como o corpo reage a tantas mudanças "repentinas" que vão ocorrendo ao longo das fases. Nos sentimos muito fracos no início, pois nosso organismo estava praticamente viciado em açúcares, mas com o tempo nos acostumamos e ficamos bem.

Ao longo da dieta quero postar mais aqui no blog os resultados que formos conseguindo. Não estamos muito longe de nossa meta, então espero que logo logo eu possa postar com toda a alegria algo como: "eba, voltei ao meu peso de alguns anos atrás!".

Para terminar, recomendo que os interessados na dieta Dukan, antes de mais nada, leiam o livro com muita atenção e cuidado e avaliem se realmente vale a pena (cada caso é um caso, não é mesmo?). No site brasileiro da dieta dá pra fazer gratuitamente uma avaliação de peso ideal e, com ela, saber quando tempo pode-se ficar em cada etapa, de acordo com seu metabolismo/peso atual/etc.

Ah, as meninas que quiserem saber mais também podem entrar num grupo bem legal de mulheres que fazem a dieta, esse aqui ;)


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Mixtape nº1: Música, música, música!

Quem me visita aqui e/ou convive comigo sabe bem que amo/vivo/respiro/penso/sinto música. Até mesmo quando preciso me expressar em determinadas situações, as músicas sempre se fazem presentes. E foi pensando nisso (e também inspirada nas mixtapes das lindas Irena e Gala Darling - duas blogueiras que eu adoro) que resolvi fazer minhas próprias Mixtapes, com todos os temas que eu mais gosto, me interessam, me inspiram, etc. Pra começar, hoje posto aqui pra vocês minha primeira lista, chamada:

Eternal nostalgia
(título meio breguinha, eu sei, mas foi o que saiu na hora, fazer o quê, né?)
                                         

Músicas da Mixtape:
1 - Reflections of my life - Marmalade
2 - Eye in the sky - Alan Parsons Project
3 - Groovin' - Young Rascals
4 - Daydream Believer - The Monkees
5 - My Girl - Temptations
6 - It makes no difference - The Band
7 - Georgia on my mind - Ray Charles
8 - Tuesday afternoon - Moody Blues
9 - More than this - Roxy Music
10 - Give me love (give me peace on earth) - George Harrison

Eu sempre fui uma pessoa saudosista, antes mesmo que isso pudesse ser considerado "modinha" (aff). Maior prova disso é que, quando minha irmã nasceu (eu tinha um ano e meio), eu simplesmente não queria deixar de ser bebê (pior de tudo é que eu me lembro disso!), assim como quando virei adolescente morri de saudades da infância, e por aí vai. Sei que isso não é o tipo de sentimento saudável, mas sempre esteve comigo, apesar de tudo. Hoje em dia a maior saudade que eu sinto, acima de tudo, é de algo que não sei. É um misto de sensação de falta de lugares desconhecidos, tempos vividos ou não por mim, enfim, algo muito forte e difícil de definir. Acho que já falei subjetivamente sobre isso aqui no blog... Tenho certeza de que esse sentimento seja muito comum, já ouvi muitas amigas minhas comentando sobre estados de espírito bem parecidos com esse. Acredito que cada um traz consigo essa sensação em maior ou menor intensidade, variando naturalmente de pessoa para pessoa.

Então essa minha Mix tem todas as músicas que despertam em mim esse sentimento tão profundo. Não é exagero dizer que foi bem complicadinho montar essa lista de músicas, tive vontade de chorar e deitar em posição fetal ouvindo cada trecho (ô dó), mas acho que todas são lindíssimas e nunca vou deixar de viajar quando as ouvir. Espero que gostem.

Pretendo postar pelo menos duas vezes por semana Mixtapes novas!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

E aí, vamos dançar Zumba?

Fonte
Eu sempre gostei de dançar. Desde pequenininha ficava assistindo àquelas coreografias malucas e cheias de passos que alguns grupos de dança apresentavam na tv e endoidava pra fazer igual. E sempre curti dançar todo tipo de ritmo: Rockabilly, jazz, hip hop, e até samba (frise-se que nesse caso gosto mais da dança em si do que do ritmo propriamente dito), mas nunca fiz exatamente aulas de dança (apesar de realmente ter muita facilidade para decorar passos e também uma boa consciência corporal). O máximo que tentei foram algumas aulas experimentais de Step e Jump, que curti muito (só não continuei porque não tive condiçõe$).

Até que descobri recentemente pela internet afora alguns vídeos de dança que posso fazer em casa e adorei logo de cara. O que mais gostei e que quero praticar com freqüência é o Zumba!. Ele mistura vários ritmos latinos (salsa, merengue, samba, quebradita, etc) e alguns de outras regiões (reggae, Rockabilly) e é muito divertido! Os DVD's que tenho trazem coreografias que exercitam a parte cardio-respiratória, região abdominal e ainda ajudam a "abrir" o quadril (para aquelas pessoas que são meio durinhas para rebolar, hehe). Danço com todo o gosto e muitas vezes nem sinto que estou me exercitando (na verdade sinto sim, termino a dança ensopada de suor, mas vale a pena!). Eu adoro danças latinas, acho as mais engraçadas e dinâmicas para praticar!

Pra quem se interessou, fiquei sabendo que em sites como o da Polishop dá pra se adquirir o kit com DVDs e maraca (que usam em alguns exercícios, mas não gosto muito). Mas, outra opção também é baixar pela internet, é só jogar no Google "Zumba fitness" que vem muita coisa legal.

Pra vocês terem uma idéia de como são os exercícios, aqui vai um vídeo com um um trecho. Esse faz parte exatamente dos que uso. Ele mostra o passo a passo da salsa:

                   

Espero que gostem! Eu até pensei em postar alguma coisa minha praticando, mas achei que a vergonha alheia poderia ser demais, sem contar que minha câmera está passando por maus bocados :P Mas vamos lá! Zumba! Zumba!

Achei aqui

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Suzi Quatro: uma maravilhosa baixista badass


De uns tempos pra cá tenho me interessado muito em assuntos relacionados ao instrumento contrabaixo e baixistas (isso tem muito a ver com uma novidade em minha vida que só contarei aqui no blog depois que de fato se concretizar). Então, recentemente, tentei me lembrar de mulheres que ficaram famosas tocando esse instrumento. A única que me veio à mente foi Suzi Quatro. Procurei alguns vídeos dela para ver como a moça tocava e, sinceramente, me apaixonei.

A verdade é que "conheço" Suzi Quatro praticamente desde que eu era criança. Meu pai lembra sempre que, quando eu tinha menos de um ano, ele costumava colocar pra tocar um vinil que tinha a "48Crash" e eu no berço simplesmente endoidava e agitava (dentro do possível pra um bebê, né? Hahaha!). Mas o que sempre conheci dela mesmo era o basicão: a já citada "48 Crash", "If you can't give me love" e coisas do tipo. Quer dizer, meu conhecimento era bem superficial. 

Dona Suzi com o senhor Alice Cooper

Mas desde que comecei a ver vídeos dessa doidinha de um metro e meio tocando tantas coisas legais, usando macacões extravagantes em cima de uma bota plataforma prateada enorme e com trejeitos tão molecotes, simplesmente adorei. Uma das coisas que mais gosto nela é o fato de que, apesar de ser uma mulher tocando Rock'n'Roll, ela não faz questão nenhuma de posar de "mulher fatal", focando assim a apresentação em seu som e transpassando muita diversão. Ela tem sempre um jeito tão confiante e irreverente que chega a ser engraçado vê-la tocando. Uma coisa também que achei muito fofa foi descobrir que o guitarrista de sua banda era também seu marido; não teve como não me identificar (afinal, meu marido toca o quê mesmo?? Hahaha!).

Então, fica a dica pra quem ainda não conhece a baixista anãzinha com tanta atitude que ajudou a abrir as portas do Rock pra mulherada poder tocar.

Suzi caipirinha


Aqui vai um show completo dela, olha que incrível:

                          


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Tantas coisas

Eu sempre fui uma pessoa muito mais centrada eu meu interior do que exterior. Chego até a ser aquele tipo de pessoa taxada de estranha, esquisita, etc. Sempre pensei demais e me preocupei mais ainda.

Mas, aí você se pergunta: "se preocupou com o quê??" E eu respondo: com tudo. Com minha saúde, minha família, o futuro, as mudanças da vida, perspectivas, teorias, novidades, personalidades, horários, otimização do tempo, organização, disciplina, etc, etc, etc. Às vezes acho até que me desgasto demais com tanta coisa, por mais esdrúxulo que isso possa soar.

Mas isso não é de todo o mal. Com tanto pensamento acumulado, minha cabeça é um turbilhão de novas idéias e interesses. E a internet me ajuda muito a conhecer cada vez mais coisas novas as quais nunca pensei que pudesse um dia direcionar minha atenção (pode parecer bobo, mas só fui ter internet em casa depois de muuuuuuito tempo. Meus pais achavam que esse tipo de coisa em casa poderia me viciar demais, então um computador só entrou de fato em casa quando realmente foi necessário - como quando precisei fazer trabalhos escolares com normas de formatação, etc).

Hoje me pego lendo assuntos tão variados e quase desconexos que eu mesma chego a me perguntar como cheguei até eles: Yoga, danças, exercícios, músicas, juicing, dietas, ideologias, vertentes artísticas, espiritualidade, maternagem, relações de consumo, pedagogias, minimalismo, psicologia, homeschool, literatura... sinceramente, a lista é tão extensa que renderia muito mais linhas.

Mas não pense que digo tudo isso para posar de culta. O que quero mesmo é expressar toda a torrente que tem inundado meus dias nesses últimos tempos. Talvez seja por isso que deixei esse blog meio de lado. Porque senti que, com tanta coisa para ler, assistir, pensar, sentir e (tentar) praticar, acabei perdendo um pouco a vontade de escrever. Enfim, o que quero de agora em diante é tentar passar um pouco das coisas que tenho conhecido e me interessado. Acho que o que é legal tem de ser compartilhado (acho até que já disse isso em outro post) e assim será. Só não prometo posts diários nem textos gigantes, mas farei o que for possível.

Vamos ver no que vai dar.

Meme entre blogueiras

Fui indicada pela kuronuma para este meme há um tempinho atrás, mas como eu estava meio desanimada, só agora deu na telha de fazer :P

Como escolheu o nome do seu blog? 
Essa é fácil: por causa da música "Nowhere Man" dos Beatles.

Há quanto tempo tem seu blog?
Desde maio de 2007 (nossa, mês que vem já se completam 6 anos!)

Como você divulga seu blog? 
Normalmente comento em blogs de outras pessoas, divulgo meus links em redes sociais, atualizo a página do blog no Facebook. Mas ultimamente ando extremamente relapsa no quesito marketing.

Quais os assuntos que têm mais visualizações no seu blog? 
"Vareia" muito. Algumas vezes, posts pessoais. Outras, relacionados à música, flmes, etc.

O que motivou você a criar um blog?
Vontade de publicar meus escritos, curiosidade, coisas do tipo.

Você mora onde? 
Numa cidade do ABC Paulista.

Quais os seus objetivos com o blog? 
Escrever sobre coisas que eu gosto, expressar opiniões, registrar as mudanças da minha vida.

Quais blogs você visita frequentemente?
São tantos! Chega até a ser difícil de lembrar assim, de sopetão :P

O que te inspira a criar posts? 
Dia-a-dia, bandas, discos, livros, filmes, pessoas, sentimentos...

Qual a sua idade? 
22 anos.

Além do blog, tem outra ocupação? Se sim, quais? 
Dona de casa, esposa e estudante.

O que mais gosta de fazer nos finais de semana?
Estar ao lado do meu marido lindo, ler, ver filmes, treinar músicas...

Gosta de café?
Adoro, mas já fui mais viciada.

Pretende fazer algo em 2013 para o blog?
Por enqüanto, só atualizar na medida do possível.

Agora eu teria de indicar 10 blogs para fazerem também esse "perguntário", mas como sou sempre chata preferi deixar ao gosto de quem quiser fazer ^^

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Luzes, cores.

Sempre senti que existe um liame em nossa realidade que separa duas perspectivas diferentes de vida.

Uma, convencional, que a esmagadora maioria das pessoas vê e sente. Essa perspectiva não é mais profunda que uma poça d'água. É a velha vida do "nascer, crescer, morrer", entrecortada por momentos essenciais como "aprender a ler, estudar, ~ser alguém na vida~, ~ter dinheiro e sucesso~, etc.". Pessoas que vivem sob essa realidade não conseguem ver nada além de suas vidas incompletas, as pessoas que queriam ser, o emprego que gostariam de ter, o mal que fulano causou a cicrano, o preconceito do outro, a conta a pagar, a casa a ser limpa, o lixo se acumulando, o ônibus que não chega, o neguinho que tentou puxar o tapete do outro, a final do reality show. O horror.

Do outro lado, existe algo tão sutil que chega a ser imperceptível, parece inexistente; mas é também tão luminoso e vibrante que dói nos olhos da alma. Uma sensação de grandeza, de preenchimento que não encontra palavras. Parece uma realidade paralela, e num estágio tão mais avançado, que nem toda altura parece conseguir alcançar.

Acredito que a maioria de nós vive exatamente nesse liame. Vez ou outra vagamos de um lado para outro, indefinidamente. Alguns mais para lá, outros mais para cá.

Sinto pena de quem vive inserido quase cambaleante na primeira. Invejo tristemente os que conseguem se adentrar consciente e constantemente na segunda. 

Morro de saudade da luminosidade. A falta me dói e pesa à cada música bonita que ouço. À cada tarde ensolarada. Se tantas coisas lindas já existem por aqui, quantas maravilhas mais existirão além?

                            
                   Assim como essa música é linda (só não encontrei um vídeo melhor, sorry).

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Going through changes

Eu hesito, fecho o blog, reabro, fecho de novo e fico nesse looping infinito. Mas a verdade é que algumas vezes me bate uma preguiça enorme da internet. Não só do blog quanto do Twitter, Flickr, Facebook, etc, etc. Aí, de repente, me vem um surto de ânimo e resolvo atualizar tudo, postar milhões de fotos, comentar em todos os cantos. Mas, mesmo assim, o desânimo acaba retornando com força redobrada, e a vontade que impera é a de me fechar do resto do mundo e ficar aqui quietinha no meu canto, com minhas coisas, sem me expor.

Como muitas vezes esse meu vai e vem tem muito a ver com a pressão que eu mesma me imponho para ser mais "dinâmica" com a internet, resolvi que devo respeitar mais meu ritmo. Se eu quiser postar, posto. Se eu quiser apagar tudo, não me arrependerei. Se eu decidir só reaparecer daqui uns 10 anos, não me sentirei mal por isso.

Quero me focar em novos planos que estão se delineando para mim e meu marido neste ano que se inicia. Não vou comentar nada sobre eles porque, apesar de não acreditar em macumba, acredito em energias negativas. Sei que a maioria do pessoal que visita meu blog são pessoas legais, mas também tenho certeza de que um ou outro ser mal resolvido acaba visitando aqui só para desejar coisas ruins (pelo simples prazer de ser desagradável); então prefiro me manter reservada quanto ao que vem por aí. Sei que meus planos só dependem de mim para se concretizarem, e assim será. Quando tudo der certo e eu tiver total certeza dos meus caminhos, aí sim poderei me abrir mais.

Então, é isso. Se eu postar alguma coisa amanhã, ótimo. Se eu só entrar aqui no final do ano, sem problemas. Tenho sentido cada vez mais que, em alguns aspectos da vida, simplesmente não dá para forçar a barra. O negócio é deixar as coisas fluírem.
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