sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Ímpeto repentino de alegria

Viver,viver. Viver é algo maravilhoso.

Sentir energia pulsando junto com o sangue pelas veias, e os sentimentos aflorando à medida que o tempo passa; conhecer mais e mais pessoas e ter a certeza de que todas vão nos acrescentar algo assim como também faremos isso por elas...

Olhar ao infinito e vislumbrar horizontes felizes onde a dor já se foi e só restou sonhar, passar tardes assistindo ao pôr-do-sol e sentindo falta de lugares desconhecidos...

Nadar em mares, piscinas, riachos; flutuar no espaço dentro de nosso próprio inconsciente. E ver que o futuro só traz coisas boas. Viver, sabendo que nem tudo é maravilhoso, mas que ainda é possível haver paz de espírito.

Viver é saber que "os sonhos não envelhecem" .

A vida é apaixonante justamente quando esquecemos de tudo e nos deixamos fluir. É saber (ou pelo menos imaginar) o que é plenitude. É sentir amor.

Amor, esse tema tão "aclichezado", mas que é o propulsor da vida, o combustível da poesia concreta que é viver. Sentir amor é viver, sentir amor pelo vento, pelo mar, por si mesmo, pela nossa "alma gêmea", pelo mundo e o espaço. Infinito, silêncio, céu, amor.

Viver é não se ter medo da pieguice, da repetitividade, do ridículo, da crítica.
Viver é libertar a alma.
Viver é ser.
Nunca me senti tão viva.

Eu amo viver.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

"PENSAMENTOS - II " por Nelson de Lima

Como juntos pudemos por esses dias observar, existem relacionamentos tão falsos e maquiados, absurdos de tal maneira, que a tolice e o despautério se firmam como seu sustentáculo.

Muito ao contrário, nossa união é demasiada forte e intensa, que só em pensar fico tresloucado e no devaneio de te ver.

AMO-TE

NELSON

16/11/2009

22:27

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Por Nelson de Lima

PENSAMENTOS:

É certo que internamente nada evoluímos e que continuamos os mesmos bárbaros de outrora, e com isso onde hoje se encontra o amor?

Pobre e coitado do nobre amor..., atualmente acha-se dilacerado, corrompido e ofuscado pela banalidade, falsos valores e efemeridades...

...e diante de tanta mediocridade, como se situam aqueles que ainda no amor acreditam e desejam amar?

A esses restam-lhes, como em nosso caso, a benevolência das mãos do destino, aos demais, que os mortos enterrem seus próprios mortos.

Agradeço então ao destino por colocá-la em meu caminho.

Te amo nunca amei ninguém.

NELSON

12/11/2009

21:36"


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E eu, que desde pré adolescente não aceitava isso de ficar com qualquer pessoa justamente por ser contra a vulgarização dos sentimentos, encontrei sem querer alguém que pensa como eu.


Até nisso nós somos parecidos.
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