terça-feira, 14 de julho de 2009

Dia 13 de julho


Dia mundial do Rock e aniversário da Rádio Kiss FM, que ouço desde que foi inaugurada, em 2001. Desde 2005 que tento visitá-la, pois nesse dia emblemático eles dão espaço ao público, mas em cada ano eu tive algum contratempo de última hora, e cheguei mesmo a pensar que aconteceria a mesma coisa esse ano. Mas -aão! Fui, e foi foda demais!
Primeiro porque, antes mesmo de ir, enqüanto estava me arrumando, tive meio que uma "visão" de mim mesma no estúdio da Rádio anunciando a música "Oh Darling!" dos Beatles. Cheguei até a imaginar o locutor elogiando minha camiseta dos Beatles e tal, mas considerei isso tudo como uma grande viagem minha, e deixei pra lá. Aí, logo quando cheguei na rádio dei de cara com uns caras vestidos iguais ao Kiss (isso mesmo, aquela banda do baixista "linguarudo") e um deles chega em mim e começa a rasgar a maior seda pra minha camiseta. Só isso já foi legal, mas eu nem imaginava o que viria...
Entrei com mais 14 pessoas no estúdio da rádio, tirei foto com o locutor e tal... tudo normal. Aí ele disse apontando pra mim: "ela vai adorar a próxima música, porque é dos Beatles!" e colocou pra tocar um trechinho pra ouvirmos. E qual não foi minha surpresa quando vi que era... "Oh Darling!" !!!!! Não me contive e falei: "nossa, mas era a música que eu ia pedir!!" e ele "caramba, então foi transmissão de pensamento!".
Aí, antes da música tocar ele entrou no ar pra falar do povo que estava visitando a rádio e tal... apontou pra mim e me chamou pra falar no ar! Perguntou meu nome, elogiou minha camiseta, me fez sortear uma camiseta pra um visitante (que descobri depois que sorteei justo a menina que entrou comigo na rádio) e, de repente, falou: "anuncia a próxima música, que é a que você ia pedir!".
E então, exatamente como eu tinha imaginado em casa, eu anunciei: " 'Oh Darling!' dos Beatles"!

*morri*

Esse dia foi ótimoo!!

Eu e o locutor Alexandre Gomes


A música dos Beatles que eu tanto queria que acabei conseguindo anunciar:

sexta-feira, 10 de julho de 2009

A melhor vingança é ser feliz

Fiquei meio decepcionada. Disse pra meio mundo da minha alegria de ter passado entre os primeiros colocados na prova da ETEc e poucos demonstraram comoção de verdade. O pior de todos foi ele, meu namorado, o cara que naturalmente devia ficar bem com o meu bem estar. Ele apenas resmungou, quer dizer, fez um barulho meio parecido com um gemido mau-humorado. Nada mais. Nem um "legal" frio pra disfarçar. Justo o cara que tanto diz que me ama.

Mesma coisa foi com a pessoinha que falou várias vezes que queria me ver bem, que ficava feliz em me ver feliz. Que jurava que era minha amiga. Ela, que, mesmo já de cara virada pra mim, ainda assim me mandou mensagem pra dizer como foi ter ido na Led Slay pela primeira vez. Por isso mesmo a besta aqui pensou: "ah, acho que mesmo ela estando chateada comigo, vai ficar pelo menos um pouco feliz de saber da minha alegria". Mera ilusão minha. Porque a queridinha simplesmente apagou o recado que deixei.

Fiquei mal com isso tudo, mas minha tristeza durou pouco. Lembrei de repente do que li uma vez no blog da Cristiana Guerra:

"Entendi há pouco o sentido da frase que diz que 'o mineiro só é solidário no câncer'. As pessoas têm mais dificuldade de nos ver alegres, em evidência, chamando atenção. Não estão tão preparadas para isso quanto estão para nos ajudar no meio da tragédia. Esse aprendizado foi o mais duro. Entender que, ao contrário do que sempre pensamos, é nos momentos felizes que sabemos quais são os nossos verdadeiros amigos: aqueles que, além de ajudar, se contentam ainda mais com a nossa felicidade e continuam perto de nós, independente do nosso estado de espírito."

E é isso mesmo. Muitas pessoas só querem mesmo é ver a gente por baixo pra poderem nos consolar, tirarem uma de que são "grandes pessoas solidárias" e de quebra se sentirem superiores a nós. E quando vêem a gente se erguendo (muitas vezes contando apenas com nossa própria força, sem precisar de ninguém) sentem despeito. No mínimo porque sabem que não são capazes de fazer igual ou melhor. Vão sempre viver essa vidinha de merda, e querem que a gente fique também na mesma posição medíocre.

Não babies, não vou dar esse gostinho à vocês que só me querem pra baixo. Vou ser muito maior do que tudo o que vocês nunca nem imaginaram um dia conseguir.

Fica aqui o meu recado.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Alegria

Putaquepariu!!!!!!!!!!!!!!!
Pensa numa pessoa feliz, feliz e surpresa, feliz e surpresa e histérica!!
É, sou eu.
, ontem falei com a minha mãe: "amanhã sai a lista geral de classificação da Escola Técnica, espero poder pelo menos passar em segunda chamada..." E minha mãe:"ah, acho que passa sim."
Daí, a Isabelinha chega hoje, abre a lista e descobre QUE DOS 520 CLASSIFICADOS, ELA FICOU EM 8º LUGAR!!!!!!!!
*morri*

Cara, nunca achei que eu fosse ficar entre os primeiros em alguma coisa, não mesmo!
Tudo bem que estudei, na verdade estudei tão alegremente que até eu mesma estranhei a vontade louca que se apossou de mim quando comecei a estudar pra essa prova, mas esperava ter uma nota mediana.
Nossa, agora que lembrei, a prova foi um dia depois do meu aniversário, eu tinha virado a noite na casa do meu namorado, teve meia maratona em Santo André e os Tróleibus atrasaram muito, cheguei lá a tempo só por um milagre mesmo, porque por pouco não dei com o portão na cara. E quando vi a prova, tinha um mooonte de perguntas sobre exatamente o que eu tinha estudado! E-x-a-t-a-m-e-n-te tudo o que eu tinha visto em casa.

Ai, chorei demais, to feliz.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Mudanças

As mudanças assustam.
Mudanças são como um abismo:nunca sabemos se vamos sair inteiros dele,e por isso preferimos não nos arriscar. Mudanças são inevitáveis. Algumas imperceptíveis, outras dolorosas; e outras ainda, sublimes.Vale a pena mudar?
A partir do momento que é aceita de forma natural, já não é mais uma mudança, pois a real mudança é aquela que vai pulsando paulatinamente, até ser percebida ,quando na verdade já não é mais uma transição,e sim um estado definitivo.
Mudar não é abandonar a essência, e sim aproximar-se ainda mais dela. Estamos numa eterna busca por nós mesmos e, talvez no fim de tanta busca, nossa recompensa seja a liberdade.
Isso se até lá as coisas não mudarem.
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