quarta-feira, 14 de junho de 2017

10 anos de blog!!

Inacreditável! 

Duas coisas, na verdade, são inacreditáeis: 

1ª meu blog ter completado 10 anos em maio
2ª eu só ter percebido isso agora.

Pois é, só fui perceber este "bloganiversário" quando estava pensando no meu próprio aniversário (que já é semana que vem!). Incrível como o tempo passou rápido. Lembro como se fosse ontem como esse lugar da "Garota de lugar nenhum" começou.

Eu tinha (quase) 17 anos, estava no 3º ano do Ensino Médio, não tinha computador em casa (meus pais eram meio contra tecnologia) e, por isso mesmo, adorava freqüentar LanHouses. Tinha acabado de descobrir as "maravilhas" do mundo blogueiro e achava muito legal a idéia de poder ter um lugar próprio para escrever meus pensamentos.

Na época eu não tinha muita noção de como tudo funcionava. O layout era bem basiquinho e sem graça; foi com o tempo e com a ajuda de umas aulas de HTML que fui aprendendo cada vez mais como costumizar o visual da página e adicionar coisas com meu estilo. 

Por muito tempo escrevi sobre coisas bem pessoais e tive pessoas legais que vinham aqui, interagiam, deixavam comentários e eu retribuia comentando em seus respectivos blogs. Depois, as visitas foram diminuindo e fui desanimando um pouco. Quando a onda de blogs ultra famosos esteve no auge, me senti horrível com o que escrevia aqui, achando que eu nunca chegaria a conseguir um grande alcance com as coisas aleatórias que postava (hoje em dia nem sei por que me preocupava tanto com esse tipo de coisa), e isso teve um grande impacto na minha já decrescente vontade de postar. Isso explica muito as idas e vindas que tive, ativando e desativando essa página várias vezes ao ano. Demorou até entender que meus gostos e pensamentos não são assim tão populares (apesar de sempre ter alguém por aí que possa se interessar pelas mesmas coisas que eu) e assumir esse meu viés sui generis

Cheguei então agora ao ponto de assumir que o gosto mesmo é de postar sobre o que me interessa no momento, independentemente do que seja (e na maioria das vezes é sobre algo relacionado à música) e é assim que continuará sendo. 

Nesses 10 anos que passaram, muita coisa mudou em minha vida, mudei, mas ao mesmo tempo, continuo a mesma. 

E isso é ótimo.

Parabéns ao blog!

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Mixtape #11 - It's only love! ♥

Praticamente um ano depois da última vez que postei uma mixtape, cá posto hoje essa nova listinha de músicas relacionadas ao amor e ao dia dos namorados.

Pensei em montá-las numa sequência que soasse como uma historinha: uma pessoa falando à outra que quer que ela a queira ("I want you to want me"), seguida dela contando o "segredo" - não tão secreto - de que ela a ama ("Do you want to know a secret?") e afirmando que precisa dela em sua vida ("Got to get you into my life"), reafirmando que a quer ("I want you"), pedindo uma chance ("Take a chance on me"), dizendo que foi criada para amá-la ("I was made for lovin' you"), se surpreendendo após a tão esperada conquista ("Maybe I'm amazed"), agradecendo à pessoa amada o quão feliz ela a fez ("You Made Me So Very Happy") e terminando essa coisa toda com a explanação poética do amor real ("Real Love")!

Download AQUI

Cheguei a pensar em colocar um final mais triste, com a música "No reply" do Genesis, onde o interlocutor reclama da falta de resposta da pessoa amada (dando a entender, na minha historinha, que a pessoa acabou ficando no vácuo, hehe), mas achei isso meio desnecessário, afinal, o amor feliz é sempre a melhor escolha, por mais bobo que pareça (pois, como já disse Paul McCartney: "Love isn't silly at all!") ♥

Então, é isso. 
A capa cafonérrima foi intencional 😀


quinta-feira, 1 de junho de 2017

"It was 50 ago today...

...Sgt. Pepper taught the band to play"

E nada mais foi o mesmo desde então.

Quando ouvi o Pepper's pela primeira vez, eu tinha acabado de completar 12 anos e o disco 35. Foi inacreditável, nenhum outro disco me causou um impacto tão grande como esse. Posso dizer com toda certeza que nunca mais fui a mesma depois de ouvir essa obra de arte. 15 anos depois da primeira vez que o ouvi e completando hoje os 50 anos do aniversário desse álbum maravilhoso, mantenho as mesmas impressões que tive: esse é um dos melhores discos da história da música mundial (e o melhor de todos para mim!).

Esse disco definitivamente marcou a minha vida. Impossível ouvir uma música só. Pra mim, é uma experiência tão especial que, se escolho ouvi-lo, SÓ ouço ele do início ao fim, sem fazer mais nada em paralelo. Sei a letra de todas as músicas de cor 💗


E eu quase morri do coração quando vi esse vídeo do lançamento da edição de aniversário, principalmente por ele começar com a minha faixa preferida: "Getting Better"!

Nós na Beatlemania Experience, ano passado.

domingo, 1 de janeiro de 2017

Flashback de 2016

Como muita gente anda dizendo, 2016 foi um ano bem complicado para todos nós. Mas, para mim, até que aconteceram coisas legais. E como fazia muito tempo que eu não postava um flashback do ano que se passou, resolvi voltar a "tradição":

Ganhei um par de ingressos para o show de Yngwie Malmsteen 

Meu marido é um grande fã do guitarrista sueco Yngwie Malmsteen desde antes mesmo de eu nascer. Então, quando ficamos sabendo que ele faria show aqui em São Paulo, claro que nos animamos a ir. Assim que eu soube que a rádio Kiss FM, no programa "Bem que se Kiss" do Bruno Sutter (aquele mesmo que interpretava o Detonator e fazia o programa Rocka Rolla na MTV em que participamos em 2012), faria sorteio de ingressos do show dele, encasquetei com a idéia: eu faria tudo o que fosse possível para conseguir um par desses ingressos de presente pro Nelson, até como forma de retribuição por ele ter me apoiado incondicionalmente quando teve show do Paul McCartney e também Ringo Starr.
E assim foi: todas as quintas do mês anterior do show lá estava eu ligada no rádio e conectada no livestream deles no Facebook, pronta pro momento em que Bruno faria perguntas relacionadas à obra de Malmsteen; quem respondesse mai rápido ganhava. Detalhe: eu não conhecia quase NADA de Malmsteen (tirando agora que to lendo uma biografia dele, hihi), então eu me valia do Nelson que também estava ouvindo o programa (no trabalho dele) e estava online no telegram pronto pra me ajudar a responder. Além disso eu também fiquei com abas e abas do navegador abertas em todo o tipo de coisa relacionada a ele: listas dos discos da Wikipedia, lista com nome dos membros das bandas, etc. 

Até que isso aconteceu:


Foi tudo tão rápido que nem eu acreditei: assim que ele falou o nome do disco eu já abri na Wikipedia e copiei o nome da música, crente que alguém já tinha sido mais rápido que eu. Até o Nelson demorou uns segundos a mais para me mandar a resposta, tanto que quando ele mandou, o Bruno já tinha falado meu nome! Fiquei muito feliz, demorou pra cair a ficha!

Então, no dia seguinte, fomos à rádio buscar meu prêmio:


E ainda tiramos uma foto na maquininha que fica em frente ao elevador deles:

Muita bochecha em uma única foto
No dia do show chegamos super cedo e conseguimos ficar literalmente aos pés dele, foi muito legal:

video


Comemoramos o aniversário da minha mãe numa festa de Rockabilly

Minha "véia" completou 50 anos e quis comemorar de um jeito diferente, então fomos com ela e mais algumas amigas num bar que tem festa de Rockabilly uma vez por mês. Nelson e eu morremos de vergonha de dançar, mas foi bem legal.




Visitamos a Beatlemania Experience

Como dito num post anterior, visitamos essa exposição maravilhosa que infelizmente terminou de forma tão abrupta. Foi maravilhoso, claro.



Fomos à Expo Music

Fui à Expo Music pela primeira vez em 2007 e depois disso vamos sempre que possível. É basicamente uma feira com stands de marcas de instrumentos musicais, equipamentos e áudio/iluminação para shows, assim como tem workshops e pocket shows de artistas de várias vertentes da música. Sempre gostamos muito de ir, Nelson principalmente para ver as guitarras. Esse ano teve pouca coisa nova, ainda mais porque mudaram o local para um centro de exposições menor, mas mesmo assim valeu à pena. Tinha a guitarra do George Harrison no stand da Fender!



Fomos ao show de Sá & Guarabyra e conheçemos eles no camarim 

No começo do ano Nelson fez amizade com o empresário da dupla (que eu ouço e curto desde criança!), então, quando eles vieram à minha cidade se apresentar, fomos convidados a ir e conhecê-los! Apesar de ter me dado uma leve crise de ansiedade antes (que quase me fez desistir de tudo em cima da hora), foi tudo maravilhoso, eles foram muito simpáticos e o show foi lindo, como não poderia deixar de ser.



Outras coisas mais aconteceram, mas basicamente essas foram as mais memoráveis. Torçamos pra que 2017 seja um ano muito bom para todos nós!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Suzi Quatro "Unzipped"


No final do do passado comprei na Amazon, pela bagatela de R$ 15,54 (como eu vivi tanto tempo sem me interessar por essa loja maravilhosa?), a autobiografia de Suzi Quatro, "Unzipped". Um livro bem legal, principalmente considerando-se que ela escreveu sem ajuda de nenhum tipo de escritor profissional.

"Unzipped", autobiografia que Suzi Quatro escreveu em 2007 (e atualizou em 2013) é construída como um grande diálogo entre duas pessoas que, na verdade são uma só: "Little Suzi From Detroit" (ainda jovem, antes da fama) e Suzi Quatro. Suas conjecturas e muitas lembranças trazem consigo uma grande autocrítica bem humorada, montando uma narrativa bem completa: traz muitos detalhes de sua infância numa família grande de pais imigrantes (o pai italiano, a mãe húngara) e fortemente católica, suas inseguranças por ser "a filha do meio" (o que, de acordo com o que ela sentia, a fazia viver "esquecida" entre os irmãos), as traquinagens típicas de criança, o amor por música  (principalmente Elvis), o desenvolvimento na adolescência, o primeiro namorado, a criação da banda feminina "Pleasure Seekers" junto com irmãs e amigas, o abandono dos estudos aos 14 anos, a procura pelo sucesso, os vários shows e a crescente fama em sua terra natal, Detroit... 

O caso com um produtor musical (que ela chama sempre apenas pelas iniciais "DC") que na época era casado, a gravidez inesperada que a levou a um aborto com apenas 18 anos, as constantes mudanças na formação da banda e a subsequente alteração de estilo e nome, algo que não surtiu grandes efeitos a longo prazo, mas que coincidiu com sua descoberta pelo produtor Mickie Most (que se interessou apenas por ela, a baixista Suzi - que se refere a si mesma nesse período como "Little Suzi from Detroit" deixando de lado o resto da banda, algo que causou ressentimentos não resolvidos entre os membros durante anos) e a ida para a Inglaterra conquistar uma carreira de sucesso... os tempos sombrios em que viveu num limbo de solidão e depressão sem conseguir emplacar nenhum sucesso em sua carreira solo, levando-a a quase desistir de seus sonhos e voltar para os Estados Unidos...

O cara que apareceu como candidato a guitarrista de sua banda de apoio que acabou se tornando seu primeiro marido (Len Tuckey), a primeira grande turnê que fez acompanhando as maravilhosas bandas ♥ Thin Lizzy e Slade ♥, o primeiro grande sucesso com "Can the Can" seguido por "48 Crash" (uma parte que achei super fofa: quando Can the Can atingiu a primeira posição na parada de Top Of The Pops, Phil Lynott e todos do Thin Lizzy enviaram um telegrama parabenizando-a ♥), os shows e turnês se tornando maiores e mais constantes, as várias aparições em paradas de sucessos britânicas, o inesperado sucesso em lugares como Japão e Austrália (onde tem seus fãs mais fiéis até hoje), as bebedeiras e farras com a banda e amigos, a fã maluca que a seguia por hotéis e ia em vários shows, mais conhecida como Joan Jett... o constante medo de voar que a fazia tomar um litro de whisky antes de sequer pisar no avião (haha)... os rumores de ter ficado com caras como Alice Cooper, que ela mesma desmente e conta sua versão dos fatos (Alice e ela são amigos desde os tempos de Detroit); o processo de criação de cada disco, sua relação sempre complicada com a família que deixou nos EUA... a compra de sua primeira casa (com os espíritos que ela acredita que morem lá, os quais têm até nomes específicos - o que mostra muito do seu lado místico/espiritualista, apesar de toda a sua base católica); o desdobramento de sua carreira, dessa vez como atriz no seriado "Happy Days", algo que a deixou com maior visibilidade em sua terra natal...

Seu amadurecimento ao longo dos anos, a batalha para engravidar (seguida por mais um aborto, dessa vez espontâneo), sua primeira filha, Laura... seu distanciamento dos palcos e gravações, as participações em variados programas de TV para manter seu nome na mídia; o nascimento de seu segundo filho, Richard... o crescente desgaste de seu casamento com Len, em grande parte causado pela mudança de interesses de Suzi, que passou a dedicar mais seu tempo em atividades como escrever e atuar e menos voltada à música (algo que acabou de tornando o maior - e talvez único -  assunto em comum entre eles)... seu papel como mãe, esposa e artista se misturando e causando crises de identidade, a inevitável separação, que causou desgastes familiares... os problemas de saúde seguidos da morte de sua mãe, o nascimento de vários sobrinhos, os problemas com os filhos (especialmente a filha)... sua volta aos palcos...

O tempo tresloucado de "solteirice" depois de tantos anos casada (um grande mistério para mim: por que essas mulheres depois que se separam ficam tão malucas, como se nunca tivessem visto um homem antes na vida?), o novo affair que a quase fez se casar com pouquíssimos meses de namoro... seguido pela inesperada paixão pelo alemão Rainer Haas, antigo conhecido que lhe agendava shows e que acabou se transformando em seu segundo marido...

A  reaproximação com o pai,  o crescimento dos filhos (com a saída de sua filha de casa aos 16 anos e seu retorno aos 18, trazendo consigo Amy, primeira e única neta de Suzi)...

As novas composições, a participação num reality show (que obviamente lhe rendeu arrependimento, hihihi), as viagens familiares, os novos planos na carreira... e a reconciliação consigo mesma. Little Suzi from Detroit, enfim encontra-se com sua atual pessoa (mesmo aceitando que isso seria ficção, hehe), fechando sua história admitindo que a mundialmente conhecida Suzi Quatro não seria quem é hoje se não fosse por sua parcela juvenil.
_____________________________________________________________

Gostei muito de acompanhar uma vida tão movimentada e cheia de detalhes. Me identifiquei em muitas partes, principalmente relacionadas à personalidade aberta de Suzi (incapaz de manter a boca fechada, como ela mesma disse), sua memória de elefante, assim como também suas inseguranças e instabilidades.
Sem contar o fato de que ela faz aniversário uma semana antes de mim e teve uma tia chamada Izabella (!). Para quem é fã dessa baixista ou gosta de (auto)biografias, esse livro vale muito a pena.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Elis - O Filme

Sempre gostei muito de Elis Regina. Desde pequena ouvia suas músicas sendo tocadas no disco pelos meus pais. Lembro muito de ver sua edição do programa "Ensaio" e achar tudo maravilhoso. Mas não só musicalmente a admiro: sempre ouvi falar muito de sua personalidade forte e opiniões marcantes, algo que sempre valorizei nas pessoas. Nunca esqueço o quanto gostei, quando assisti pela primeira vez ainda na adolescência, da entrevista que ela deu no programa "Vox Populi" (um dos momentos preferidos: ela morrendo de rir aos 18:35 após uma pessoa perguntar se ela usava dentadura, haha) e demonstrando toda a sua articulação argumentativa. Assisti também à forma como a tv Globo transferiu sua vida no especial "Por toda a minha vida" e, apesar de achar que foi uma versão "limpinha" demais (no sentido de terem omitido muitos detalhes importantes da história - só desculpado o fato de ter sido transmitido num domingo à tarde, horário "família"), admirei o fato de a terem homenageado.

Não à toa, quando soube que lançariam um filme sobre sua vida, me interessei muito. Principalmente quando vi o quanto a atriz principal tinha ficado assustadoramente parecida com ela:

O sorriso, os trejeito, a impostação da voz: tudo MUITO parecido com a original!

O filme já começou com uma fotografia maravilhosa, com Andreia Horta já arrasando na interpretação (dublada) de "Como nossos pais" e promessa de emoções. Mas, logo depois já senti um vácuo no enredo.

A história já começa com ela indo ao Rio de Janeiro com o pai para gravar. Não fala de nada da infância/adolescência dela, nada de sua história anterior como cantora. E assim foi, com muitos pulos estranhos no enredo, até o final do filme. Eu, que já conhecia razoavelmente a história de Elis, fiquei muitas vezes confusa com as viradas de certa forma abruptas no desenrolar; pensei muito em quem estava tendo o primeiro contato com a vida de Elis, como ficaria mais confuso ainda.

Me incomodei com o fato de omitirem figuras tão importantes na caminhada de Elis, como Milton Nascimento e Rita Lee. Não houve uma menção sequer à Rita, sendo que elas têm uma história muito bonita:


Ao longo do longa (hehe) percebi que todas as figuras que apareciam ao redor de Elis eram homens,  que isso foi proposital, talvez para mostrar o peso que eles tiveram em sua vida. Mas não achei uma boa escolha, justamente por acabar por ocultar muita gente tão importante quanto.

Além disso, senti uma falta de equilíbrio no panorama geral: muitas cenas um tanto desnecessariamente longas  em detrimento de partes importantes que ficaram faltando. Em certa altura do filme eu já estava me sentindo exasperada, coisa que não imaginava que aconteceria.

Apesar dos pesares, ainda assim deu pra ter uma boa idéia da grandiosidade de Elis, sua personalidade complexa e sua alma generosamente "pimentinha". A grande estrela, de fato, foi Andreia Horta, que deu um baile de atuação.

E nos créditos finais ainda colocaram essa música, minha preferida! Grata surpresa...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Beatlemania Experience! 17/09/16


Se me dissessem, em 2000 (ano em que "virei" fã maluca dos Beatles), que num futuro não tão distante haveriam todo tipo de coisa relacionada aos 4 rapazes de Liverpool, eu não acreditaria. Naquela época, talvez por culpa de Michael Jackson, os Beatles passavam por um enorme hiato: era dificílimo encontrar material sobre eles até mesmo em sebos.

Foi exatamente isso que lembrei quando fiquei sabendo da exposição Beatlemania Experience: que meu "eu" de 10 anos de idade teria uma "síncope" com tanta coisa linda pra uma fã ver. Dos mais variados itens de memorabilia a óculos de realidade virtual recriando o show deles no Shea Stadium e muito muito mais,  essa exposição foi de longe um dos passeios mais incríveis que fiz nos últimos tempos.
Fomos num sábado à tarde, então estava bem calmo e foi possível olhar tudo numa boa, sem restrição de tempo. Ao todo, foram duas horas inteiras olhando cada detalhe. Amei como foi feita a recriação do Yellow Submarine e da fachada dos estúdios da Abbey Road! Aliás, difícil dizer do que não gostei. Talvez minhas grandes ressalvas sejam apenas duas: uma das réplicas dos baixos do Paul que estavam expostos era de destro (e todos sabemos que Paul é canhoto, hehe) e o preço absurdo dos itens da lojinha de souvenir. Só pra ter uma idéia, um porta copo de papel cartão estava R$ 19,00! E um livro que paguei R$ 50,00 em outra loja estava mais do que o dobro do preço lá... Impraticável pra maioria do público, que já pagou um valor considerável pelo ingresso...

Mas, enfim, foi maravilhoso e, de certa forma, uma realização para o meu eu adolescente que era tão carente de material beatlemaníaco; valeu muito a pena.
Engraçado que, logo que fiquei sabendo dessa exposição, senti uma urgência enorme em ir, como se fosse melhor aproveitar logo a chance antes que "fosse tarde demais". Meu medo era de que se esgotassem os ingressos e não conseguíssemos, mas mal imaginava que o que aconteceria era mais triste: pouco depois que visitamos a exposição, em decorrência de uma grande chuva que teve em São Paulo, a estrutura do local foi abalada e o evento encerrado :( 
Fiquei ao mesmo tempo "contente" por mim, por ter conseguido ir à tempo, mas chateada por quem não teve a mesma sorte (soube inclusive de uma amiga minha que chegou a ir até à frente do local, mas justamente no dia seguinte ao ocorrido).

Claro que tirei muitas e muitas fotos:


terça-feira, 29 de novembro de 2016

15 anos sem George Harrison


Inacreditável o quão rápido o tempo passou. Lembro de acordar nesse mesmo dia, 15 anos atrás, ouvindo Beatles na tv e receber essa noticia. Eu tinha 11 anos e senti muito, demorou meses pra poder ouvir musicas como "Here comes the sun" ou "Something" sem ter vontade de chorar.

George nunca será esquecido.



E ver essa matéria, inevitavelmente, me fez sentir tudo isso de novo.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

I'm having a crush³

...on SLADE!

Como em tantos outros casos, desde pequena essa banda já estava presente em minha vida. Meu pai curtia eles desde os anos 70, e vez ou outra ouvíamos "Cum on feel the noize", "My oh my", "How does it feel", etc, no toca discos. Sempre achei eles uma banda interessante, principalmente por causa das roupas que  vestiam, mas nunca tinha parado para prestar mais atenção à suas músicas...

...até que outro dia estava jogando "Song Pop" (alguém mais ainda joga isso? Haha!), quando acertei uma música do Bachman Turner Overdrive e resolvi assistir seu vídeo no Youtube. Então, nos vídeos recomendados, tinha a já mencionada "Cum on feel the noize". Resolvi dar uma olhada, sem mais nem menos, até que lembrei que gostava de outra música deles, "Ooh lala in LA" e resolvi ver esse clipe também. Então, mais uma vez nos recomendados, estava listada a "Run runaway":


E aí eu embasbaquei.

Além de adorar a música em si, achei o Slade uma banda com uma presença e atitudes escrachadas muito legais. E foi assim que passei a pesquisar mais sobre eles e sua música.

A primeira coisa que me toquei foi que, definitivamente eu tenho uma grande queda pelo estilo glam setentista. Com Slade, tanto quanto aconteceu quando me apaixonei pelo ABBA, caí de amores eternos por seu estilo:

 
 
Eu poderia usar tranquilamente essas roupas ♥

Algo que também me chamou a atenção e quase não acreditei quando descobri foi que, em uma das turnês que o Slade fez, as bandas que abriam o show eram nada mas nada menos que THIN LIZZY e SUZI QUATRO!!!!! Quer dizer, duas das bandas que mais amo tocavam junto com essa que agora também está entrando pra lista das minhas favoritas! Achei isso muito legal, algo que eu desconhecia até então.


Curiosidade: em ambos os cartazes o nome da Suzi Quatro está escrito errado!

Suzi Quatro e o vocalista Noddy Holder
Descobri também que eles fizeram um filme chamado: "Slade in Flame", o qual está disponível completo no Youtube. Assisti com certa dificuldade por causa das gírias e sotaque carregado, mas fiquei meio aliviada em descobrir depois que mesmo os espectadores americanos também tiveram esse "problema".


 E essa tem se tornado a música deles que mais ouço e curto no momento. Algo me diz que será a que mais ouvirei de manhã pra me animar ao longo do próximo semestre, hehe:


Então, agora tenho ouvido várias músicas e assistido todos os clipes dessa banda inglesa com sotaque quase ininteligível que tem me levado a ter um pouco menos de preconceito com sotaques (shame on me!). Me apaixono por mais e mais músicas deles, assim como vou descobrindo muitos fatos novos sobre sua história e de seus membros ♥
Fiz gif's deles porque: sim.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Hoje é meu aniversário! Mixtape #10: ISA26

Inacreditável chegar aos 26 anos. Me sinto velha e nova ao mesmo tempo.

Pra comemorar, fiz essa mixtape com 26 músicas que marcaram meus 26 anos de vida. Lógico que eu queria ter colocado muitas outras mais, mas preferi manter como requisito essencial que as músicas fossem as que mais ouvi durante esses anos e/ou tenham marcado alguma fase importante para mim.

Download AQUI



Na playlist estão faltando duas músicas (que não achei no streaming do Deezer), mas coloco aqui os videos delas do Youtube e também tem disponível na pasta para download :)


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Livro "A vida e o veneno de Wilson Simonal" - resenha

Nem acreditei quando pesquisei no blog e me dei conta de que nunca antes postei nada sobre Wilson Simonal!

Pois agora, depois de terminar de ler a biografia "Nem Vem Que Não Tem: A Vida e o Veneno de Wilson Simonal", não tem nem como não postar nada sobre essa figura tão controversa da música brasileira.

Como tantas coisas na minha vida, Simonal esteve "presente" desde que me entendo por gente. Minha mãe cantava muitas de suas músicas pra nós em casa e nossa preferida sempre foi "Lobo Bobo", a princípio por fazer referência à história da Chapeuzinho e, com o tempo, por eu passar a achar a letra muito engraçada (e sim, eu sei que ela é originalmente do João Gilberto, mas sempre ouvi e tive como favorita a do Simonal). Além disso, lá por meados de 2005 meus pais foram a um show de Simoninha, filho de Simonal, e  assisti a uma apresentação dele na falecida MTV. Até então, meu interesse não ia muito além disso...

Até que em 2011 peguei sem querer passando na TV um trecho do filme "Ninguém sabe o duro que dei", documentário de 2008 sobre Simonal, e me interessei bastante. Procurei e consegui assistí-lo na íntegra. Foi então que me apaixonei pelas músicas do "Rei do Beco das Garrafas". Posso dizer com toda a certeza que "Sá Marina" foi a música que mais ouvi ao longo de 2012, além de tantas outras maravilhas.



Na virada de 2013 para 2014, fomos à Avenida Paulista (superando o medo enorme que tenho de multidões) só pra ver o show do "Baile do Simonal", composto por seus filhos Simoninha e Max de Castro. E em 2014, no Festival de Inverno de Paranapiacaba, além de ver mais uma vez o Simoninha se apresentar, tive a chance de tirar uma foto com ele e falar (de forma extremamente tímida) que admiro muito o pai dele. Foi um momento muito legal.


Além disso, ano passado quis muito assistir ao musical "S'imbora, o musical" cantando a vida dele, mas infelizmente, por motivos maiores, não consegui ir.

Até que, perto do fim de 2015, enquanto fuçava na seção de biografias de um sebo, dei de cara com o livro "Ninguém sabe o duro que dei: a vida e o veneno de Wilson Simonal" e é claro que comprei. Fiquei muito feliz em encontrá-lo pois já tinha lido várias resenhas sobre ele, mas até então só tinha tido contato com sua versão em PDF, a qual não me animava muito a lê-la.
E foi assim, depois de ler a biografia do ABBA, que engatei logo na seqüência com a de Mr. Wilson Simonal de Castro, para aproveitar ao máximo meu período de férias acadêmicas.

A "trama" foi muito diferente do que eu esperava. Talvez por justamente ter emendado a leitura de biografias de artistas tão diferentes, com culturas e histórias tão discrepantes entre si, eu tenha sentido um choque de realidades tão adversas.

Fato é que a história do "Simona" começa como a de tantos outros artistas brasileiros, com muita dificuldade e problemas, tudo o que poderia tê-lo levado a caminhos muito  diversos aos da música. É impressionante ver seu crescimento como artista e cantor ao longo dos anos, assim como todo seu trabalho rendendo frutos maravilhosos no cenário musical da época. Além disso, achei muito interessante ver o quanto Simonal esteve presente em momentos importantíssimos de nossa história de festivais e programas de auditório, muitos detalhes de peso que até então me eram totalmente desconhecidos.

Tenho de admitir que, principalmente nos capítulos sobre seu auge artístico, fiquei com uma sensação estranha da pessoa de Simonal e quase parei a leitura por aí. A forma como ele demonstrava se portar, em especial no seu apogeu, me fez ter certa antipatia, cheguei até a questionar se realmente eu conseguiria continuar ouvindo suas músicas sem ter essa sensação chata que teimava em surgir à cada linha lida. Talvez fosse porque seu comportamento se chocasse com o que eu considero "ideal" (e isso é algo muito pessoal meu) ou porque simplesmente sua personalidade fosse o extremo oposto da minha, o negócio é que me esforcei ao máximo para não julgá-lo sob minha ótica pessoal, afinal não sou parâmetro pra ninguém. Foi assim que segui a leitura, procurando sempre manter o foco na figura artística, deixando a pessoa em segundo plano.

E, com o desenrolar dos fatos, a sensação de antipatia foi se transformando em empatia, compaixão e, por fim, tristeza. Cheguei até a ficar com remorso de ter julgado tanto essa figura e sua forma de agir em uma fase de sua vida que acabou se tornando tão breve e distante.

Senti primeiramente empatia por todas as atribulações familiares que se sucederam, tanto com sua esposa como com sua relação com os filhos e pessoas mais próximas.

Depois, compaixão por descobrir tantos fatos tristes e coincidências infelizes que lhe causaram tantos momentos amargos e deixaram muitas situações constrangedoramente tristes.

E tristeza, muita tristeza, por ver alguém com tanto talento ser deixado de lado da forma como foi, ser "sepultado em vida" por atitudes equivocadas e situações das quais pouca chance teve de se defender, além de ter sido tão pouco ouvido por todos os que poderiam ter feito alguma coisa para ajudar a mudar essa situação. Foram muitos os momentos em que tive de segurar o choro, porque o livro relata cenas muito tristes dele tentando se reerguer da forma como podia e sempre caindo em mais e mais desilusões e decepções.

Lendo o livro pude finalmente entender de forma mais organizada todo o imbróglio envolvendo Simonal, seu contador, os militares, a ditadura e toda a imprensa. Como alguém que nasceu em 1990, minha visão do cenário histórico brasileiro sempre foi meio tendenciosa, visualizando apenas lados extremamente polarizados e, como tanta gente por aí, acreditando piamente que existia apenas uma verdade. Mas foi muito bom para mim ter a chance de conhecer, através de Simonal, um panorama diferente e muito mais realista, onde todos sem distinção tiveram uma parcela de culpa nos acontecimentos. Sei que Simonal não foi santo no caso ocorrido, mas me dói muito também ver o quanto ele acabou se tornando símbolo de  algo do qual ninguém mais quis se aproximar, algo muito pesado, e como esse fardo não precisava ter sido jogado de forma tão insensível (quase que) unicamente sobre ele.

Até à título de curiosidade, resolvi assistir mais uma vez ao "Ninguém sabe o duro que dei" para poder ver fotos e imagens em ordem cronológica do "Simona". Foi algo muito proveitoso, principalmente porque assim pude entender o porquê do depoimento de algumas figuras específicas no desenrolar dos fatos e sua forma de "fazer graça" com o que aconteceu. Acredito até que o filme fez muito mais sentido para mim agora, depois da leitura da biografia do que quando o vi pela primeira vez.

Enfim, essa obra me surpreendeu e marcou muito; fazia tempo que um livro não me despertava tantos sentimentos complexos e aparentemente desconexos. Mas em se tratando do biografado, acredito que não poderia ter sido diferente. Além disso, não posso esquecer de citar a ótima narrativa de Ricardo Alexandre, que conseguiu retratar os fatos de forma cativante e com uma visão bem ampla, que me fez querer pesquisar mais e mais sobre tantos outros temas musicais citados na obra.

Querendo ou não, acabei comparando mentalmente em muitos momentos a biografia do ABBA com a de Simonal, pois me impressionou bastante a óbvia discrepância de realidades de países tão diferentes como Suécia e Brasil no mesmo período de tempo (principalmente anos 70) e as personalidades tão recatadas e discretas dos músicos suecos em contraste extremo e (para mim) chocante com a extravagância e exibicionismo de Simona. Mas o mais interessante no meu ponto de vista foi ver que, apesar de todas as diferenças, ABBA e Simonal sofreram do mesmo mal: terem seu auge musical em uma época mundialmente tensa e serem muito julgados pela imprensa por aparentemente não terem posições políticas definidas e muito menos usarem sua música como forma de "protesto". Durante todo o livro do ABBA ficou bem exposto que eles, apesar de muito famosos e queridos pelo público, eram constantemente criticados e diminuídos pelos meios de comunicação que os considerava "vendidos". Soa bastante familiar, não?

Mas muito além de todo esse texto enorme que nem sei como consegui escrever (pois ainda estou me recompondo das emoções do livro, hehe), o que tem de se sobressair sempre é a obra maravilhosa de Simonal.
Simona merece todo o respeito e admiração possíveis. Nunca será esquecido.



quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

ABBA, a biografia

Meu crush pelo ABBA continua firme e forte, então... bem, acho que isso pode ser considerado muito mais do que uma simples "quedinha": já tenho esses suecos como mais uma banda na lista top 5 das que mais gosto (quer saber como é essa "lista"? 1º lugar: Beatles [sempre!], 2º Thin Lizzy, 3º The Band, 4º ABBA e 5º Suzi Quatro ♥ - só agora listando essas bandas percebi que são todas de nacionalidades diferentes, haha!).

Coincidentemente ano passado, logo no mesmo período que declarei meu gosto por ABBA, dei de cara com a biografia deles em uma livraria, enquanto procurava por livros didáticos. Fiquei tão empolgada que até postei no meu instagram:

 foto publicada por Isabela Lennon (@belalennon) em

Mas, como eu disse, estava procurando por outros livros, então não tive condições de comprá-lo naquele momento. Então, como boa filha chata que sou, pedi esse livro como presente de aniversário para minha mãe.

E assim foi.


Uma foto publicada por Isabela Lennon (@belalennon) em

Só que só tive tempo suficiente para lê-lo devidamente do fim do ano passado pra cá; terminei a leitura há pouco tempo e só posso dizer que: amei, amei, amei, de verdade.

Vendo todos os clipes/documentário possíveis eu já tinha suposto mais ou menos como era a dinâmica dos casais como banda: as "meninas" participando mais das gravações em si e os "rapazes" se envolvendo à fundo no processo de composição/produção, etc. E foi bem assim que o livro documentou. Além disso, já havia percebido, em apresentações, as diferenças entre Frida ("a morena/ruiva") e Agnetha ("a loira): enquanto a primeira, na maioria das vezes, se mostrava sorridente e descontraída em frente ao público, a segunda parecia mais reservada. Bingo, outra coisa que o livro confirma.

A narrativa começa introduzindo o já conhecido "desafio" que fãs contemporâneos do ABBA enfrentam: conseguir vê-los e/ou fotografá-los todos juntos em algum evento. São pouquíssimas as oportunidades de algo assim acontecer, principalmente porque Agnetha raramente é vista em público (edit: recentemente eles se encontraram! Fiquei besta quando vi esse vídeo AQUI). E é dessa forma, apresentando tal curiosidade da antiga banda, que o autor nos introduz às historias individuais de cada membro antes da fama mundial.Primeiro com Björn, depois, Benny, Ann-Frid e enfim, Agnetha, nesta sequência. Cada um com sua infância/adolescência específica, cheias de idas e vindas, e suas carreiras musicais já bem sucedias na Suécia antes mesmo do ABBA: Björn com sua banda Hootenanny Singer, Benny com a Hep Stars e Frida e Agnetha em suas respectivas carreiras solo. Paralelamente o autor apresenta também uma breve narração da vida de Stig Anderson, o qual se tornaria seu empresário.

O livro continua narrando as influências musicais dos membros, como a personalidade de cada um impactou em seu trabalho como grupo, a relação dos casais Benny/Frida Björn/Agnetha, a luta para conseguirem participar do festival Eurovision e sua merecida vitória (acarretando no início de sua fama ao redor do mundo), a inesperada loucura dos fans australianos pela banda, o processo criativo, as gravações e muitas outras coisas... enfim, o autor foi bem conciso e inteligente narrando tantos detalhes sem ficar maçante ou repetitivo.

Pessoalmente acho difícil eleger um trecho específico como favorito mas, nas linhas gerais, os que mais me interessei foram os relacionados ao processo de criação e gravação das músicas, além dos trechos que falavam especificamente sobre Agnetha: fiquei abismada com o quanto me identifiquei com a personalidade dela: extremamente autocrítica, insegura, cada vez mais reservada, de personalidade forte e, infelizmente com fobia de multidão (ironia) e de voar. Em algumas partes cheguei a rir nervosamente, porque a descrição se encaixava demais comigo, hehehe.

Todo esse livro me fez amar mais ainda essa banda tão complexa e incrível. Algo que achei muito legal foi que, a cada dado, nome ou pessoa que o autor citava, eu pesquisava na internet para ter uma ideia mais ampla do que ele falava; isso me ajudou muito a tornar a leitura completa. 

Se antes eu tinha uma certa relutância em admitir que gosto de ABBA, hoje posso me considerar fã com todo orgulho. E assim posso dizer que "ABBA: a biografia" é um livro maravilhoso. Dando uma nota, vale ♥♥♥♥♥ (coraçõeszinhos sim, porque sou brega, haha).


Uma foto publicada por Isabela Lennon (@belalennon) em

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Feliz ano novo

2015 foi um ano muito melhor do que eu esperava. Aprendi um pouco mais de russo, resolvi aprender francês também, estudei, recomecei projetos de uma forma que muitos não entenderam, mas que foi essencial para o meu bem estar, ouvi muito ABBA todas as manhãs pra me animar, conheci pessoas novas, me reaproximei de outras com as quais não falava há tempos, li menos do que gostaria (nada é perfeito), mas em compensação assisti mais filmes... enfim, fiz muito mais do que nos anos anteriores.

Só posso esperar que 2016 tenha o mesmo ritmo, com boas surpresas no caminho e muitas conquistas.

E assim será, para todos nós.

Definitivamente essa música foi a que mais ouvi ao longo de 2015.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...